Posts tagged #Gestão de Marcas

Propósito - Intenção fomentando a Colaboração

As melhores marcas transcendem segmentos e mercados regionais e fixam suas bandeiras em valores universais. Elas criam e ocupam um espaço mental que vai muito além de produtos e categorias. Elas servem a um propósito maior. Quer entender um pouco mais sobres esta novo abordagem nos negócios? Leia, comente, compartilhe o conhecimento com sua a rede

Posted on July 30, 2014 and filed under artigos, Vídeos.

Por que a Gestão de Marcas vai substituir o Marketing

Não é uma tendência isolada, nem muito menos um surto de genialidade de um guru 2.0. Há bastante tempo já vem se falando sobre a convergência do marketing tradicional em direção a uma gestão de marcas mais sofisticada e atual. Muito se especula, se teoriza e se argumenta sobre o assunto, os céticos, os haters e os marqueteiros xiitas dizem que é uma heresia, os moderninhos profetizam: “Branding is the new Marketing”, e os conselhos das grandes corporações fazem reuniões estratégicas para refletir sobre o que os acionistas acharão dessa mudança.

Posted on July 7, 2014 and filed under artigos, Vídeos.

Design Transversal como ferramenta de inovação nos negócios

Design Transversal é a aplicação do pensamento visual, colaborativo e centrado no usuário para analisar processos e até mesmo repensar toda a cadeia de valor de um negócio, gerando inovação e diferenciação estratégica para todo seu setor de atuação. Entenda melhor esta abordagem.

60 sinais de que sua marca está morrendo

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É fácil compreender por que algumas marcas morrem - principalmente após sua morte. E há sempre alguma constante que se repete em todos os casos.

O que mata uma marca, geralmente, é o que lhe faz falta, e não o que ela já tem: convicção, energia, valor, humildade, verba, disciplina, imaginação, foco...

Aqui listamos alguns fatores assassinos para sua marca. Fuja deles!

  1. Se seus novos produtos ou serviços falham e isso já é regra, não apenas uma bola-fora, então sua marca provavelmente está desconectada com o público, não conseguiu segurar a atenção ou foi substituída.
  2. Os clientes estão escapando. Mas você ainda não notou, ou não se importa.
  3. Você tem dúvidas sobre o valor que sua marca agrega.
  4. Você é pressionado pelos clientes a conceder desconto a cada venda, e sente que não tem opção, então sempre o faz.
  5. Você sente que sua marca não está em posição de assumir um posicionamento (sobre qualquer coisa).
  6. Sua marca vive diversificando, na esperança de atrair mais negócios, mas o que está fazendo na verdade é acumular mais custos.
  7. Sua marca não tem uma história.
  8. Você continua dizendo para seus clientes que sua marca tem uma história, mas ela continua sempre começando novos ciclos e não encerrando.
  9. Você não tem como diversificar porque sua marca só cobre um atributo nas necessidades do seu público. Ou você diversificou, mas não ofereceu nada significativo.
  10. Sua marca se mantém em expansão, com a expectativa de que as vendas vão decolar em algum momento. Mas isso não ocorre.
  11. Seu produto é fraco - mas todos na sua equipe acham que os clientes é que não entenderam.
  12. Você deu suporte para o produto errado - e a queda nas vendas traz essa lembrança à tona a cada trimestre.
  13. Sua marca já foi ultrapassada pela tecnologia / serviço / ideia de alguma outra.
  14. Você não tem um plano de crescimento. Sua marca já pôs em prática o plano de existência.
  15. Os custos externos estão matando seu produto ou serviço. Você não pode viver com eles e nem sobreviver sem eles.
  16. Você tem um plano de crescimento, mas não tem um modelo de negócio.
  17. Sua marca é muito lenta.
  18. Sua marca age sem pensar.
  19. Sua marca pensa sem agir .
  20. Você está constantemente perdendo força e velocidade. Fica sem energia. Todos na sua empresa estão cansados demais para lutar.
  21. Você dispensa cada nova "tendência" .
  22. Sua marca está apaixonada por tendências - e você está sempre de olho na próxima onda.
  23. Há uma crescente dissonância entre: o que sua marca comunica - e o que está dizendo a si mesma; e o que sua marca oferece - e o que suas pesquisas mostram que os clientes querem.
  24. Sua arquitetura de marca é confusa para os clientes - muitos nomes de produtos, sub-marcas, logotipos e slogans lutando por atenção e participação de mercado.
  25. A ética de sua marca preocupa as pessoas. Quando ela falha, não consegue absorver a culpa ou reconhecer qualquer irresponsabilidade.
  26. Sua marca está perdendo valor - de forma consistente - mas ninguém está alarmado, porque a sua estratégia está focada na construção de um "potencial a longo prazo."
  27. Seus gestores estão focados apenas em bater metas financeiras.
  28. Você corta custos - de desenvolvimento, de segurança, no marketing, na cadeia de suprimentos, onde quer que você acha que pode se safar.
  29. Não há nenhuma razão preferir a sua marca. Nada do que ela tem garante qualquer nível de vantagem consistente ou de diferenciação.
  30. Você não consegue equilibrar oferta e demanda, ou não pode manter o ritmo com a demanda. De qualquer forma, você está matando de fome seu market share.
  31. Sua marca está menos conectada com os clientes do que costumava estar, ou do que seus concorrentes estão .
  32. Seus fornecedores cada vez mais estão invertendo as relações. Estão te tratando como fornecedor e não o contrário. Ou estão lançando marcas próprias que minam suas margens.
  33. Sua empresa está saudosista. Fala-se muito sobre a história e os "dias de glória" da empresa e / ou do setor.
  34. Você está dando muita atenção para as métricas erradas.
  35. Você não sabe tanto sobre seu público comprador como deveria.
  36. Você está cada vez mais focado na excelência técnica, em detrimento das relações com o consumidor. 
  37. Sua base de clientes é estática. Assim como sua fatia de mercado.
  38. Sua marca perdeu a faísca criativa. Ela está sem ideias.
  39. Sua marca está surfando uma onda (e isso é tudo o que ela está fazendo) .
  40. Sua marca está desaparecendo. Os concorrentes estão menos intimidados por você (e menos respeitosos) do que costumavam ser. Você está sendo copiado e melhorado por aquelas marcas que você nunca sequer pensou que existiam.
  41. Sua marca atende mal aos consumidores, porque vê o serviço ao cliente como um custo.
  42. Prefere gastar dinheiro com patentes, em vez de inovar. Mas a exclusividade está chegando ao fim.
  43. Você copia o líder de mercado para conquistar clientes.
  44. Seu produto, ou algum componente fundamental nele, é perigoso ou tóxico e está perto de ser proibido ou restrito. Esse dia está chegando. Todo mundo sabe disso. Você não tem um plano B, e está dependendo de lobby para adiar o inevitável.
  45. Sua reputação está naquilo que sua marca não pode fazer, não fez, não vai fazer ou fez mal.
  46. Sua marca mente para o mercado. E seu público sabe.
  47. Você não tem foco. Está distraído com projetos paralelos que prejudicam a sua marca.
  48. Não há consistência nas experiências com os clientes, nem pontos de contato sólidos de sua marca na mídia.
  49. Sua estratégia de marca é uma porta giratória. Ela muda à medida que novos executivos vêm e vão.
  50. Você está perdendo patentes e dinheiro, porque não blindou sua marca.
  51. Sua marca é entediante. Ela prefere ficar com o garantido do que se reinventar.
  52. Você briga muito internamente; ou com seus concorrentes e investidores. E essa guerra mina cada vez mais seu tempo e energia.
  53. Sua marca não é influente. Você não consegue manter relevância - ou não é tão relevante quanto as outras marcas mostram ser.
  54. Sua marca está atrelada a um parceiro ruim que a está arrastando para baixo, e você não pode ou não quer separar-se dele.
  55. Você perdeu contato com o que faz sua marca especial. 
  56. A nova estratégia de sua marca está confundindo os clientes.
  57. Sua marca está em uma crise de identidade. Você não consegue decidir quem quer como clientes. Você está se segurando no mercado que conhece, mas sabe que ele mudou, e está relutante em buscar uma nova tribo.
  58. Seu diretor não consegue visualizar o que a marca representa e não é capaz de torná-la uma campeã.
  59. A mídia perdeu o interesse em sua marca.
  60. Sua marca é inconsistente ou não confiável. Talvez haja preocupações com privacidade ou confidencialidade.

Você pode checar esta lista e aplicar a muitas das marcas que desapareceram nos últimos anos e encontrar muitas semelhanças em um ou vários pontos.

A boa notícia é que marcas fortes refletem boas qualidades e agregam valor. E isso é um grande motivo de esperança. Porque as marcas são baseadas nas pessoas e construídas para elas, e o fracasso não é intrínseco. Não é algo que está sempre fora de controle. Porém os gestores da sua marca precisam ter uma mente aberta e assertiva para retomar o controle quando necessário, agir para mudar as coisas e trazer de volta os consumidores a um estado de espírito positivo.

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Posted on November 18, 2013 and filed under artigos.

Dilema da Estratégia de Marca: Glamour ou Reconhecimento?

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Uma das coisas interessantes na compreensão das marcas é que elas precisam estar preparadas não apenas para equilibrar, mas também para refletir as contradições que as pessoas estão acostumadas a viver no seu dia-a-dia. O blogger Daniel Walsch resume essas inconsistências lindamente numa postagem: "Queremos estar sozinhos. Queremos fazer parte de grupos. Somos benevolentes. Somos egoístas. Queremos ser independentes. Queremos diretrizes. Queremos a verdade. Escondemos a verdade. Temos tendências violentas. Desejamos a paz. E assim por diante... "

As marcas espelham a sociedade na mesma proporção em que somos - cada vez mais - solicitados a competir. Esse ritmo é, ao mesmo tempo, freio de mão e acelerador.

Os clientes querem consistência e reputação. Eles querem marcas que possam reconhecê-los, que façam sentido para eles, em que eles possam confiar. Querem marcas que possam reconhecer num átimo de segundo, sem pestanejar. Querem as marcas como parte de suas vidas.

Os clientes avaliam reconhecimento e reputação como diretrizes básicas na preferência por uma marca. Eles formam suas impressões mais duradouras com base nestes elementos, que, como sabemos, exigem anos para construir. Estes fatores estáticos sustentam a estrutura e a natureza da marca: identidade e história.

Por isso que a Coca-Cola é a Coca-Cola e a Chanel é a Chanel. Nós as conhecemos. Elas são profunda e intrinsecamente familiares para nós como marcas de confiança.

Porém, ao mesmo tempo, os clientes também querem o glamour e a excitação. Eles querem marcas estimulantes, arrojadas, que proponham novas ideias, atualizadas e que se aperfeiçoem constantemente. Eles querem marcas que resolvam problemas para eles, que agreguem conteúdo, que sejam interessantes. Este sentimento de emoção é um dos fatores que leva as pessoas a consumir. Novos produtos e atualizações regulares em uma marca são muito valorizados porque as pessoas são sedentas pelo novo e o brilhante. Por isso que todo mundo pira quando suas marcas favoritas lançam novas versões ou fazem coisas que nunca fizeram antes. Porque, na "cultura do upgrade" que vivemos, a paciência é uma virtude em queda. Cada vez mais, as marcas, não apenas de roupas e lifestyle, estão adotando a velocidade e a dinâmica da moda.

Quanto mais uma marca interage com seu público, mais este permanece fiel e conectado a ela e às suas raízes. Isso exige uma disciplina incrível, porque a tentação de uma marca em explorar novas áreas, (que nem sempre possuem semelhança com o seu core business) representa o desafio de permanecer relevante e interessante.

Identidade, história e propósito são os pilares que mantêm uma marca viva e fundamentada, ao mesmo tempo que as ofertas, as notícias e as mídias sociais asseguram que ela permaneça sempre nas mentes dos consumidores.

As conseqüências de não saber balancear permanência e movimento centrífugo são duras. Brian Solis cita que 40% das empresas da Fortune 500 em 2000, não estavam mais presentes na lista em 2010, e 70% das empresas da Fortune 1000 serão substituídas já nos próximos anos. 

A crise financeira global não acabou, e há um claro desafio para os gestores de marca daqui pra frente. Portanto, celebre a dicotomia reconhecimento / excitação ao invés de tentar domá-la. Se for permanecer casado com uma única ideia por muito tempo, destrinche cada nuance em constantes reinterpretações, assim garatirá sempre uma marca renovada e antenada.

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Posted on November 13, 2013 and filed under artigos.