Posts tagged #negócios

Propósito - Intenção fomentando a Colaboração

As melhores marcas transcendem segmentos e mercados regionais e fixam suas bandeiras em valores universais. Elas criam e ocupam um espaço mental que vai muito além de produtos e categorias. Elas servem a um propósito maior. Quer entender um pouco mais sobres esta novo abordagem nos negócios? Leia, comente, compartilhe o conhecimento com sua a rede

Posted on July 30, 2014 and filed under artigos, Vídeos.

T-Shaped é o perfil dos inovadores na nova economia

Tim Brown, CEO da IDEO – a mais importante consultoria de design do mundo atual – já fazia referência ao Modelo-T no início da década de 1990. Ele buscava profissionais com conhecimento profundo em uma área específica, geralmente técnica como por exemplo engenharia ou arquitetura; mas que também tivessem experiência, ainda que superficial, em outras áreas de conhecimento, como administração, marketing, design, psicologia, etc. Isto permitia que estas pessoas pudessem resolver desafios complexos com autonomia para coordenar equipes multidisciplinares.

Posted on February 11, 2014 and filed under artigos.

Workaround e a solução inovadora da Azul Linhas Aéreas

Workaround (contornar um problema), é uma solução temporária, um desvio estratégico, para resolver parcialmente um problema complexo num curto espaço de tempo, muitas vezes utilizado como “gatilho” enquanto se trabalha numa solução mais ampla e até mesmo disruptiva.
Neste artigo abordamos também um case de inovação da Azul Linhas Aéreas que partiu de um problema bem identificado, passou por uma solução temporária e por fim revolucionou o mercado.

Posted on February 7, 2014 and filed under artigos.

Design Transversal como ferramenta de inovação nos negócios

Design Transversal é a aplicação do pensamento visual, colaborativo e centrado no usuário para analisar processos e até mesmo repensar toda a cadeia de valor de um negócio, gerando inovação e diferenciação estratégica para todo seu setor de atuação. Entenda melhor esta abordagem.

60 sinais de que sua marca está morrendo

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É fácil compreender por que algumas marcas morrem - principalmente após sua morte. E há sempre alguma constante que se repete em todos os casos.

O que mata uma marca, geralmente, é o que lhe faz falta, e não o que ela já tem: convicção, energia, valor, humildade, verba, disciplina, imaginação, foco...

Aqui listamos alguns fatores assassinos para sua marca. Fuja deles!

  1. Se seus novos produtos ou serviços falham e isso já é regra, não apenas uma bola-fora, então sua marca provavelmente está desconectada com o público, não conseguiu segurar a atenção ou foi substituída.
  2. Os clientes estão escapando. Mas você ainda não notou, ou não se importa.
  3. Você tem dúvidas sobre o valor que sua marca agrega.
  4. Você é pressionado pelos clientes a conceder desconto a cada venda, e sente que não tem opção, então sempre o faz.
  5. Você sente que sua marca não está em posição de assumir um posicionamento (sobre qualquer coisa).
  6. Sua marca vive diversificando, na esperança de atrair mais negócios, mas o que está fazendo na verdade é acumular mais custos.
  7. Sua marca não tem uma história.
  8. Você continua dizendo para seus clientes que sua marca tem uma história, mas ela continua sempre começando novos ciclos e não encerrando.
  9. Você não tem como diversificar porque sua marca só cobre um atributo nas necessidades do seu público. Ou você diversificou, mas não ofereceu nada significativo.
  10. Sua marca se mantém em expansão, com a expectativa de que as vendas vão decolar em algum momento. Mas isso não ocorre.
  11. Seu produto é fraco - mas todos na sua equipe acham que os clientes é que não entenderam.
  12. Você deu suporte para o produto errado - e a queda nas vendas traz essa lembrança à tona a cada trimestre.
  13. Sua marca já foi ultrapassada pela tecnologia / serviço / ideia de alguma outra.
  14. Você não tem um plano de crescimento. Sua marca já pôs em prática o plano de existência.
  15. Os custos externos estão matando seu produto ou serviço. Você não pode viver com eles e nem sobreviver sem eles.
  16. Você tem um plano de crescimento, mas não tem um modelo de negócio.
  17. Sua marca é muito lenta.
  18. Sua marca age sem pensar.
  19. Sua marca pensa sem agir .
  20. Você está constantemente perdendo força e velocidade. Fica sem energia. Todos na sua empresa estão cansados demais para lutar.
  21. Você dispensa cada nova "tendência" .
  22. Sua marca está apaixonada por tendências - e você está sempre de olho na próxima onda.
  23. Há uma crescente dissonância entre: o que sua marca comunica - e o que está dizendo a si mesma; e o que sua marca oferece - e o que suas pesquisas mostram que os clientes querem.
  24. Sua arquitetura de marca é confusa para os clientes - muitos nomes de produtos, sub-marcas, logotipos e slogans lutando por atenção e participação de mercado.
  25. A ética de sua marca preocupa as pessoas. Quando ela falha, não consegue absorver a culpa ou reconhecer qualquer irresponsabilidade.
  26. Sua marca está perdendo valor - de forma consistente - mas ninguém está alarmado, porque a sua estratégia está focada na construção de um "potencial a longo prazo."
  27. Seus gestores estão focados apenas em bater metas financeiras.
  28. Você corta custos - de desenvolvimento, de segurança, no marketing, na cadeia de suprimentos, onde quer que você acha que pode se safar.
  29. Não há nenhuma razão preferir a sua marca. Nada do que ela tem garante qualquer nível de vantagem consistente ou de diferenciação.
  30. Você não consegue equilibrar oferta e demanda, ou não pode manter o ritmo com a demanda. De qualquer forma, você está matando de fome seu market share.
  31. Sua marca está menos conectada com os clientes do que costumava estar, ou do que seus concorrentes estão .
  32. Seus fornecedores cada vez mais estão invertendo as relações. Estão te tratando como fornecedor e não o contrário. Ou estão lançando marcas próprias que minam suas margens.
  33. Sua empresa está saudosista. Fala-se muito sobre a história e os "dias de glória" da empresa e / ou do setor.
  34. Você está dando muita atenção para as métricas erradas.
  35. Você não sabe tanto sobre seu público comprador como deveria.
  36. Você está cada vez mais focado na excelência técnica, em detrimento das relações com o consumidor. 
  37. Sua base de clientes é estática. Assim como sua fatia de mercado.
  38. Sua marca perdeu a faísca criativa. Ela está sem ideias.
  39. Sua marca está surfando uma onda (e isso é tudo o que ela está fazendo) .
  40. Sua marca está desaparecendo. Os concorrentes estão menos intimidados por você (e menos respeitosos) do que costumavam ser. Você está sendo copiado e melhorado por aquelas marcas que você nunca sequer pensou que existiam.
  41. Sua marca atende mal aos consumidores, porque vê o serviço ao cliente como um custo.
  42. Prefere gastar dinheiro com patentes, em vez de inovar. Mas a exclusividade está chegando ao fim.
  43. Você copia o líder de mercado para conquistar clientes.
  44. Seu produto, ou algum componente fundamental nele, é perigoso ou tóxico e está perto de ser proibido ou restrito. Esse dia está chegando. Todo mundo sabe disso. Você não tem um plano B, e está dependendo de lobby para adiar o inevitável.
  45. Sua reputação está naquilo que sua marca não pode fazer, não fez, não vai fazer ou fez mal.
  46. Sua marca mente para o mercado. E seu público sabe.
  47. Você não tem foco. Está distraído com projetos paralelos que prejudicam a sua marca.
  48. Não há consistência nas experiências com os clientes, nem pontos de contato sólidos de sua marca na mídia.
  49. Sua estratégia de marca é uma porta giratória. Ela muda à medida que novos executivos vêm e vão.
  50. Você está perdendo patentes e dinheiro, porque não blindou sua marca.
  51. Sua marca é entediante. Ela prefere ficar com o garantido do que se reinventar.
  52. Você briga muito internamente; ou com seus concorrentes e investidores. E essa guerra mina cada vez mais seu tempo e energia.
  53. Sua marca não é influente. Você não consegue manter relevância - ou não é tão relevante quanto as outras marcas mostram ser.
  54. Sua marca está atrelada a um parceiro ruim que a está arrastando para baixo, e você não pode ou não quer separar-se dele.
  55. Você perdeu contato com o que faz sua marca especial. 
  56. A nova estratégia de sua marca está confundindo os clientes.
  57. Sua marca está em uma crise de identidade. Você não consegue decidir quem quer como clientes. Você está se segurando no mercado que conhece, mas sabe que ele mudou, e está relutante em buscar uma nova tribo.
  58. Seu diretor não consegue visualizar o que a marca representa e não é capaz de torná-la uma campeã.
  59. A mídia perdeu o interesse em sua marca.
  60. Sua marca é inconsistente ou não confiável. Talvez haja preocupações com privacidade ou confidencialidade.

Você pode checar esta lista e aplicar a muitas das marcas que desapareceram nos últimos anos e encontrar muitas semelhanças em um ou vários pontos.

A boa notícia é que marcas fortes refletem boas qualidades e agregam valor. E isso é um grande motivo de esperança. Porque as marcas são baseadas nas pessoas e construídas para elas, e o fracasso não é intrínseco. Não é algo que está sempre fora de controle. Porém os gestores da sua marca precisam ter uma mente aberta e assertiva para retomar o controle quando necessário, agir para mudar as coisas e trazer de volta os consumidores a um estado de espírito positivo.

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Comente aqui em baixo ou envie uma sugestão de assunto para as próximas postagens. A Holistik Brands valoriza muito a sua opinião. Obrigado!

Posted on November 18, 2013 and filed under artigos.

Um bom propósito reforça a cultura de marca

Em uma época onde os produtos são cada vez mais parecidos e de qualidade semelhante, as oportunidades para competir no mercado apenas com base no que você vende estão se tornando escassas. Mesmo você sabendo que o seu produto possui algum tipo de vantagem técnica sobre o de um rival, as chances de você manter essa vantagem ou dela ser realmente importante para os consumidores são bem pequenas, quase nulas.

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 Então, o que uma marca deve observar para permanecer no jogo? A concorrência entre as marcas no mundo de hoje é cada vez mais pautada por histórias e intenções. Tanto dentro como fora dos muros da empresa.

Isso porque, para os clientes, o discurso “me diga o que” foi substituído pelo “me diga porquê” enquanto as prateleiras eram inundadas por produtos semelhantes. E para os empregados, o “me diga o que fazer” foi substituído pelo “me diga por que estamos fazendo isso”. Uma mudança de: regras impostas para razões justificáveis.

Neste contexto, o propósito não é mais uma sublime descrição do que você deseja alcançar como negócio. Deve ser uma descrição aprimorada do que você acha que deve ser mudado, e precisa fornecer motivos inspiradores para a equipe tomar parte nessa jornada.

Para estruturar um bom propósito, sua marca precisa basicamente de 5 elementos:
1 . Um inimigo - algo ou alguém para canalizar toda a energia reprimida. Não precisa ser necessariamente um concorrente. Pode ser, por exemplo, uma situação. Seu inimigo pode ser altruísta, como por exemplo o fato de as pessoas passarem fome ou não terem onde morar.
2 . Motivação - algo que valha a pena gastar energia para atingir.
3. Curiosidade - o desejo de entender o que sua marca faz, para descobrir como ela vai atingir o objetivo proposto.
4 . Autenticidade - uma cultura que se compromete a ser real e verdadeiramente colaborativa.
5. Zag - um propósito que seja visivelmente diferente e inspirador, em relação ao que todo o resto do mundo esteja tentando fazer.

Seguindo à risca estes componentes sua marca terá um propósito poderoso o suficiente para que centenas de colaboradores saltem da cama todas as manhãs da semana e arregassem as mangas para o trabalho.  Eles estarão procurando fazer a mudança para o mundo que acreditam, porque a vida é muito curta para deixar de fazer algo importante.

O professor e estrategista americano Richard Ellsworth diz que “um propósito possui papel decisivo para uma empresa atuar de forma estratégica e competitiva no mercado”. O propósito, diz ele, “esclarece que as decisões são críticas e informa como essas decisões devem ser tomadas. Se uma decisão não tangível desviar a marca de seu propósito, então ela está fora do alvo, e deve ser descartada. Além disso, o objetivo de uma marca é, na verdade, escolher um ponto significativo de diferenciação. Isso afeta profundamente a forma como a empresa deve escolher para responder às forças competitivas em torno dela, e determina o grau que as estratégias e objetivos de uma marca podem fazê-la divergir dos rivais.

A combinação mais poderosa que qualquer cultura de marca pode criar é:  pessoas com um propósito que realmente acreditam para trabalhar, história relevante e uma estratégia que pode ajudar a marca a chegar onde ela precisa como negócio.

Agora veja quatro passos para uma cultura de marca competitiva e com propósito:

1 . Entregue às pessoas um propósito para o qual lutar - algo inspirador, sustentável, diferente de tudo o que seus concorrentes já utilizam.

2 . Funcione como um negócio para construir uma história que vai balizar como você progride e que você possa lembrar, todos os dias.

3. Crie uma estratégia para levá-lo de onde você está para onde você precisa estar, proponha entregas assertivas, pontos de ação e prazos, mensure o desempenho de cada aspecto dessa mudança.

4 . Diga a todos que seus funcionários vão trabalhar todos os dias porque querem mudar o mundo. Dessa forma, as pessoas ficarão mais motivadas do que nunca para fazer a mudança acontecer - e os seus clientes irão apoiá-lo, porque eles também querem ver isso acontecer.

Agora é com você. Faça da sua marca um ícone no seu segmento e encante clientes e colaboradores.

 

Posted on October 23, 2013 and filed under artigos.