Não se fazem mais marcas como antigamente! E isso é ótimo!


Foi-se o tempo da comunicação unilateral e do pensamento cartesiano, onde as marcas diziam o que queriam e não estavam nem aí para o que o consumidor pensava.

O ser humano mudou, os mercados mudaram, o mundo mudou... Hoje as marcas já não SÃO, elas ESTÃO. E para continuar no jogo precisam estar sempre em beta, evoluindo, cocriando, dialogando com seus públicos. Isso mesmo, é conversa e não mais monólogo!

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Quem não compreendeu a complexidade desta nova arena ou não acreditou que o consumidor mudara ficou pelo caminho. E é fácil notar que atualmente as marcas mais eficientes e valiosas do mercado são aquelas que se importam verdadeiramente com as pessoas.

Marcas que escutam seus públicos criam engajamento e geram resultados.

Philip Kotler, respeitado trendsetter do marketing global, afirma que no cenário atual as marcas que se tornam bem sucedidas deixam de ser propriedade da empresa e passam a ser de seus consumidores, e sua missão passa a ser assumida por eles também. Isto é pura geração de valor compartilhado!

Nestes tempos de hiperinformação e relacionamentos líquidos em que vivemos, somos bombardeados a todo tempo por estímulos e as marcas disputam arduamente por migalhas de atenção. Portanto relevância, significado e propósito são essenciais na estratégia de qualquer negócio, independente do segmento de atuação.

Nosso trabalho consiste em significar histórias e construir marcas holísticas que transcendem segmentos, categorias e padrões, e que captam os anseios e necessidades mais essenciais de seus públicos. Através de nossa visão, diagnósticos e estratégias, estas marcas possuem ainda mais subsídios para tomadas de decisão acertadas e eficientes, agregando uma boa percepção de valor em todas as etapas da experiência de marca e pontos de contato com seus consumidores.

Entendemos que as marcas que conseguem alinhar o discurso à prática são mais relevantes, verdadeiras e capazes de estabelecer vínculos perenes e legítimos com a sociedade.

Lutamos diariamente por marcas autênticas, singulares; muito maiores que seus logotipos. Afinal, no fim do dia são pessoas se relacionando com pessoas. Humanizar nunca fez tanto sentido!